Frio na espinha, mãos tremulas...
Ele era como uma roseira que acabara de brotar...
Lindo e com aquele ar de alegria.
Era sutil como um brisa de vento...
Mas como toda roseira, com o passar do tempo criou espinhos.
Aquele ar de sutileza agora se tranformara em um tornado,
que por onde passa a tudo e a todos destrói...
A alegria que ele tinha de viver transformara-se em ódio...
Ele morre a cada dia.
Aforgado nas malditas palavras não ditas...

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