Eis um homem que passa seu tempo sozinho
que aprendeu no silêncio da solidão admirar o vento
que toca em seu cabelo de forma tão gentil,
em dias solitários ele abre os seus olhos, castanhos claro como o mel
e calmamente olha tudo em sua volta,
e não enxerga uma única razão para sorrir,
pobre garoto que vê pela janela para o mais belo campo
e desvia seu olhar atentamente para o céu,
e não consegue ficar deslumbrado com o simples céu,
simples mais com toda sua beleza, do dia ou da noite,
o céu do sol quente e da lua apaixonada, que banha a noite
e com sua luz prateada, faz o poeta sonhar,
e do apaixonado se encantar,
mais de quem sofre por amor seu mundo insiste em realçar tons negros.

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